Kehlsteinhaus – o presente não desejado de Hitler

Kehlsteinhaus – o presente não desejado de Hitler

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Eu não exagero quando afirmo que o sul da Alemanha é rico de lugares fantásticos e muita história. Um lugar muito visitado por turistas do mundo todo é o Ninho da Águia (Kehlsteinhaus), uma construção da época do Terceiro Reich, no topo da montanha Kehlstein (1834 metros) na região de Berchtesgaden. Hitler amava essa região e possuiu uma casa de férias, o Berghof em Obersalzberg, perto de Berchtesgaden.

O que faz esse lugar ser a atração mais famosa de Berchtesgaden é o fato do Kehlsteinhaus ter sido contruído para Hitler como presente de aniversário dos seus 50 anos. A construção desse edifício foi um projeto muito ambicioso, mas o partido nazista não poupou moedas para tentar impressionar o Führer ao contratar engenheiros de ponta para a obra, considerada brilhante para a época. Uma estrada teve de ser construída nas encostas íngremes da montanha e logo abaixo da casa, um túnel foi cavado dentro da montanha onde um elevador foi construído para levar o Führer (e demais hóspedes) até lá. O próprio elevador com detalhes de bronze e coberto por espelhos, de início revela a grandeza do que foi feito. Ele te leva por mais 124 metros em apenas 41 segundos!

Essa relíquia do Terceiro Reich sobreviveu intacta aos ataques de bomba durante as últimas semanas da guerra na região e hoje é um dos poucos edifícios na Baviera do período nazista que ainda permanecem e podem ser vistos mais ou menos na sua condição original. No entanto, para a decepção do idealizador do projeto, Hitler não esteve muitas vezes no seu “chalé das montanhas”. Parece que o Führer (além de toda a sua insanidade) era claustrofóbico e tinha aversão à altura e nunca se sentiu à vontade no lugar. Difícil agradar o ditador hein?!

O acesso ao local pode ser feito a pé (2 horas de trilha) ou de ônibus, que te leva até o estacionamento onde se pega o elevador. Se o tempo colaborar com o passeio, tem-se um panorama simplesmente espetacular. No dia que fomos o céu estava tão claro que deu até para avistar a cidade de Salzburgo, na Áustria.

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O edifício em si não me impressionou. Tanto é que não tirei nenhuma foto lá de dentro, onde funciona um restaurante e fiz pouquíssimas fotos do lado de fora. Tinha muita gente por todos os lados e eu fiquei super sem paciência. Mas a visita valeu a pena somente por causa da vista lá de cima, que é realmente linda. Durante a semana que passamos em Berchtesgaden, esse foi o único dia que não fizemos trilha. Estávamos esgotados e já era o nosso último dia por lá. Fomos de ônibus e compramos o ticket de visita de duas horas, pois achamos que seria tempo suficiente pra ficar lá em cima. Duas dicas que eu posso dar para quem pensa em algum dia visitar esse lugar: (1) só vá em um dia claro, porque com névoa não dá pra ver nada e (2) tente ir o mais cedo possível se você, assim como eu, tem pavor de lugares abarrotados.

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Porém, o que mais gostei desse dia foi a voltinha que fizemos pelos arredores de Berchtesgaden antes da volta pra casa. Subimos até um lugar que dava pra ter uma vista linda da cidade. A montanha da segunda foto, com dois picos peculiares é o Watzmann, a segunda maior montanha da Alemanha. Eu sou apaixonada por essa montanha e foi lá nos arredores dela que fizemos a maioria das nossas trilhas, que eu ainda pretendo escrever sobre aqui no blog. Quem não viu o post sobre a caverna de gelo, clica aqui.

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O cenário dessa pequena esquina da região da Baviera é sempre assim, inspirador – em qualquer época do ano! O coração da Ana das Montanhas agradece satisfeito quando vê tamanha beleza!

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Aproveito pra desejar um bom final de semana procês!

No topo da Alemanha: Zugspitze

Dois dias antes de eu viajar pro Brasil, nós fomos conhecer o ponto mais alto da Alemanha. Os Alpes ficam apenas a algumas horas de distância de Fürth, de carro ou de trem. Lá está o Zugspitze – precisamente com 2962 metros acima do nível do mar, a montanha mais alta e o maior resort de esqui do país. Do seu topo em um dia claro, pode-se ver os picos das montanhas em quatro países (Alemanha, Áustria, Suíça e Itália). É uma beleza que parece não ter fim!

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No inverno a previsão do tempo pode ser muito falha na região dos alpes e fica muito difícil planejar alguma viagem com uma semana de antecedência, pois tudo é muito incerto e muda super rápido. Decidimos então fazer do jeito brazuca, ou seja, espontâneamente. Chequei a previsão no dia anterior da viagem, que estava prometendo um dia de sol no topo do Zugspitze. No dia seguinte, acordei às 5 e comprovei que nada havia mudado. Foi aí que rapidinho a gente se arrumou e pegou a estrada. Antes das nove da manhã já estávamos na cidade de Garmisch-Partenkirchen. Detalhe, esse foi o único dia da semana que fez sol por lá! Pura sorte ou tinha que ser aquele dia mesmo? 🙂

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Não tínhamos planos definidos, só a certeza de que finalmente chegaríamos até o topo da Alemanha. O dia estava bonito mas muito frio. Assim que chegamos na estação de trem que nos levaria até lá, vimos que a temperatura no topo já estava em torno de -15. Daí resolvemos que seria melhor passar somente umas três horas lá em cima e aproveitar a manhã para caminhar ao longo do Eibsee, um lago espetacular que fica no pé das montanhas. O trajeto de 6,5 km nos tomou quase a manhã toda, com paradas para tirar fotos e apreciar a beleza singular do lugar.

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Do lago, a viagem até o glacial pode ser feita de trem ou de teleférico. Há teleféricos partindo tanto na Alemanha como na Áustria, uma vez que a montanha fica bem na fronteira. Nós subimos de trem, o que levou mais de 40 minutos (parte do trajeto é feita por um túnel) e descemos de bondinho. Acho que subir e descer de bondinho é bem mais interessante e o trajeto é feito em apenas 10 minutos. Há uma plataforma de observação no topo, com o Biergarten mais alto Alemanha. Tem também um restaurante com preço super bom, mas a comida deixou muito a desejar.

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O ponto mais alto é sinalizado com uma cruz. Pra chegar até lá só tem um jeito: escalando. Nós preferimos não arriscar e apreciamos o ponto só do terraço mesmo.

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No topo também se encontra uma estação de pesquisa que ajuda a monitorar as mudanças climáticas.

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Nós tiramos muitas fotos, mas acreditem, tudo num sufoco muito grande. Eu nunca tinha tido a experiência de fotografar com essa tempertatura. Doía tudo. Era eu tirar as luvas que em questão de segundos os meus dedos congelavam. Mas sem dúvidas, foi uma experiência única e linda na minha vida. Ficamos lá no topo até o pôr-do-sol e de quebra, na descida ainda fomos presenteados com um lindo crepúsculo! Quem ficou com vontade de conhecer o Zugspitze levanta a mão! \o/

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Mais informações sobre o lugar, preços e tickets: http://zugspitze.de

Cenas dos Alpes e um olá!

Estou sumida, eu sei! Mas olha, prometo que não será mais por muito tempo. Tenho muitas novidades sobre o casamento e histórias das cidades que visitei para contar. A festa do casamento foi linda e do jeitinho que sempre sonhei! Estou louquinha para compartilhar algumas fotos com vocês que me acompanham, mas tenho que esperar ainda um cadinho para receber as fotos da fotógrafa. Já que não iremos viajar de lua de mel esse ano, resolvemos aproveitar a presença da minha mãe, irmã e amigos queridos do Brasil, para fazermos uma pequena viagem para a região do Allgäu. Ficamos alguns dias em Füssen e as visitas tiveram a chance de conhecer o castelo Neuschwanstein. Não fosse o péssimo tempo, teríamos aproveitado muito mais a região, mas infelizmente, só choveu o tempo todo. O castelo passou grande parte do tempo encoberto e fazer a famosa foto da Marienbrücke foi simplesmente impossível no dia em que estivemos lá por cima. Decepções à parte, fiquei imensamente feliz em poder proporcionar à minha mamis, irmã e melhores amigos a oportunidade de conhecer uma construção tão grandiosa e surreal que é o castelo do rei Ludwig! Ver a cara de felicidade deles não teve preço!

Aproveito o post curtinho para dizer também que irei responder a todos os que emails que recebi enquanto estive ausente. Tem uma coisa muito fantástica sobre esse blog: eu tenho leitores maravilhosos que estão sempre me emocionando! Quanta gente linda passa por aqui, viu!!!

Deixo vocês com algumas cenas chuvosas da nossa viagem! Um beijão procês e inté mais! 🙂

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Castelo Neuschwanstein no inverno

Faz tempo que queria escrever sobre essa viagem para incluir na minha categoria #chasingcastles. Hoje tive um tempinho e coloquei a mão na massa. Eu não saberia dizer ao certo qual a melhor época para visitar o Castelo Neuschwanstein, pois a única vez que fui foi no inverno. E quer saber? Não me arrependo nadinha de ter encarado o vento gelado na cara, os dedos congelados e ficado com a pontinha do nariz em tempo de cair. Já vi várias fotos do castelo em outras estações e é muito provável que eu ainda volte lá, mas posso dizer que se você tiver a sorte de ter um dia ensolarado em pleno inverno como eu tive, essa será sem dúvida uma das melhores aventuras da sua vida.

O famoso castelo de contos de fadas da Alemanha, está entre os três que pertenceram ao mundo encantado do rei Ludwig II, mais conhecido como o rei louco da Baviera. Quem quiser ler um pouco sobre a biografia dele e mais algumas informações úteis sobre o castelo, a Angela mostra em detalhes neste ótimo post.

Eu e meu Schatzi, muito aventureiros que somos, resolvemos chegar ao castelo andando! Não de casa tá? Mas da cidade de onde se pega o ônibus ou as famosas charretes que levam os turistas chineses até o topo. Nós encaramos a neve acumulada e fizemos hiking por dentro da floresta, o que não seria problema algum em um dia normal (sem neve). É uma subida rápida, em torno de meia hora e a recompensa da caminhada é impagável. Existe também um caminho mais rápido, por onde muitos turistas sobem. É uma estrada normal e a subida leva uns quinze minutos, que foi o nosso trajeto na descida.

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Chegando ao topo, caminhamos para ver o pátio do castelo enquanto esperávamos a hora de fazer o passeio guiado. Infelizmente, dentro do castelo é proibido tirar fotos e nos contentamos apenas em apreciar os maravilhosos cômodos e obras luxuosas instaladas no interior do castelo. Mas a vista que eu realmente queria (que todos os turistas querem, na verdade) é a da Marienbrücke (ponte de Maria) que oferece um cenário deslumbrante do castelo e de toda a área em volta dele. Mesmo com o caminho bloqueado por causa da neve, ultrapassamos a barreira, assim como vários outros fizeram, e seguimos até a ponte por um caminho escorregadio e cheio de gelo. Uma das belas vistas durante o percurso é do Castelo Hohenschwangau, ao centro. Mais a frente vocês terão uma vista dele de perto.

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A ponte é muito alta e bastante assustadora. Eu que tenho pavor de altura tive momentos de pura tensão. Mas não tem como não olhar para baixo e admirar  as lindas piscinas naturais formadas sob a ponte.

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E de lá, a tão famosa vista do castelo encantado imponente sobre as rochas. Essa foi uma das coisas mais fantásticas que vi na vida e é sem dúvidas a melhor parte da viagem!

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Muitas pessoas que fazem essa viagem não dão muita importância em visitar o Hohenschwangau, o que é uma pena! O castelo, que fica na parte inferior do caminho que leva ao Neuschwanstein, era o lugar onde o rei Ludwig viveu quando criança. Não tem uma estrutura tão impressionante, mas oferece um ótimo passeio pelos arredores, com um panorama fantástico dos alpes.

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Bom, se você também pretende visitar o castelo durante o inverno e fazer hiking pela área, tenha em mente que gelo não é brincadeira. Use botas de inverno com boa tração! Quem não quer dirigir até o local, há muitas excursões saindo diariamente de Munique do tipo bate-volta. Ou ainda para quem quer curtir um pouquinho da Rota Romântica, vale a pena passar a noite em Füssen, cidade vizinha. E o mais importante: chegue cedo ao local para explorar ao máximo as atrações.

Gostou do passeio? Acha que curtiria a viagem durante inverno?

Berchtesgaden

Nosso último passeio pelos Alpes foi na cidade de Berchtesgaden. É nas proximidades de Berchtesgaden que foi construído, com dinheiro do partido nazista, o Kehlsteinhaus ou “ninho da águia”, a 1834 m de altura. O Kehlsteinhaus foi construído como presente para Hitler em seu aniversário de 50 anos, mas o tio apareceu por lá poucas vezes. A casa foi poupada da destruição depois da segunda guerra e hoje alberga um restaurante que serve pratos tradicionais da Baviera. Infelizmente, não foi dessa vez que fomos visitar o lugar. Os ônibus não estavam subindo até lá devido à grande quantidade de neve que ainda tinha no meio do caminho. Vai ficar pra próxima viagem!

Fizemos então um passeio na vila e aproveitamos para tirar fotos de um evento que estava acontecendo. Maio é a época em que a primavera começa a exibir as suas cores mais exuberantes. Os dias mais longos aparecem e a temperatura  mais amena causa grandes mudanças, aumentando consideravelmente o bom humor das pessoas. Por isso que Maio  é um mês de grande importância para os alemães e as festividades começam no primeiro dia do mês quando é colocada na praça central das cidades, a Maibaum ou Árvore de Maio, que dá as boas vindas à primavera. Os bávaros, fiéis as suas tradições, estavam vestidos a caráter. Os homens com suas Lederhosen (bermudas masculinas de couro) e as mulheres com Dirndl (aquele típico vestido da Oktoberfest), tudo regado a muita cerveja e músicas! Eu não sei como eles conseguiram levantar a árvore, pois já estavam nitidamente bêbados.

Acho que a coisa mais fantástica que vi durante a minha estadia nos Alpes, foi um jardim que fica bem no centro da vila, o Kurgarten. Muitas árvores de cerejeira dando um verdadeiro espetáculo da natureza e de demonstração do poder da criação divina. Eu sou completamente apaixonada pela cerejeira e lembro saudosamente desse dia, em que mal pude controlar minha emoção de ver tamanha beleza.

A cerejeira simboliza renovação e esperança, uma vez que marca o fim do inverno e o início da primavera. A árvore permanece florida por pouco tempo e as suas flores representam a fragilidade da vida. Muitos associam o florescer dessa árvore à lição de viver o presente, é uma lembrança de que a vida é passageira e de que devemos apreciar cada momento intensamente.  Que bela lição!

Watzmann ao fundo!

A belíssima flor da cerejeira!

Na volta para Schönau, tive que parar no meio da estrada para registrar esse momento. O monte Watzmann visto ao entardecer. Tem uma lenda local que conta que os picos do Watzmann representam uma família real muito perversa que foi transformada em rocha por Deus como punição. O pico à direita seria o pai (Watzmann – 2713m), à esquerda a mãe (Watzmannfrau) e os filhos seriam os picos situados entre os dois mais altos, que não podem ser vistos nessa foto.

Que região maravilhosa, hein?

Abraços,

Ana

Schönau am Königssee (II)

O dia em que fomos no topo de Jenner foi emoção pura! A montanha tem 1874 m de altura! A vista lá de cima é de tirar o fôlego! Imaginem a minha emoção! Eu nunca tinha subido no topo de uma montanha antes!

Pegamos o bondinho (acho que custou 19 euros) que sai da estação em Schönau e chegamos lá em 20 minutos. Ainda tinha muita neve no caminho e para chegar ao topo, onde tem uma cruz, foi um pouco complicado. Mas nada que impedisse as pessoas de chegarem lá.

Restaurante no Jenner!

De lá pode-se ver o Watzmann, a segunda montanha mais alta da Alemanha!

Eu e branquinho no topo do Jenner!

Schönau vista de cima do Jenner!

O caminho de volta fizemos a pé! Mais aventura e muita vontade de andar! Mas antes fomos até o topo do Kleiner Jenner.

A subida não foi tão ruim, mas não tive coragem de ficar em pé lá em cima!

O caminho de volta!

Essa foto foi tirada no caminho de volta ao hotel. Vocês conseguem ver a montanha com formato de uma bruxa deitada? Essa montanha é chamada de Schlafende Hexe ou bruxa dormente. Nosso hotel ficava bem de frente pra ela!

Abraços,

Ana

Schönau am Königssee (I)

Recentemente fui ao paraíso! Ele existe e fica nos Alpes da baviera, na região de Berchtesgaden, no extremo sul da Alemanha. Não conheço a Alemanha de ponta a ponta, mas posso dizer que esse foi o lugar mais encantador que já visitei. O fato de ter ido na primavera foi fantástico, pois ainda tinha muita neve no topo das montanhas e lá embaixo estava tudo muito verde e florido.  Nós sortudos que somos,  tivemos lindos dias ensolarados e com temperatura super agradável! Com 8 km de extensão e 1,2 km de largura, o Königssee tem um tom verde-esmeralda e a água é absolutamente cristalina. Só vendo para crer!

O passeio ao longo do Königssee é feito em barcos de propulsão elétrica, que são bem silenciosos e preservam a limpeza do local. Custa cerca de 15 euros ida e volta, a viagem dura pouco mais de 1 hora e os barcos saem a cada 30 minutos. Tem um guia que explica durante o percurso algumas curiosidades e peculiaridades do local. Num ponto onde o lago fica mais estreito, o barco pára em frente a um paredão rochoso e o guia toca com um trompete uma melodia maravilhosa para que possamos ouvir o eco vindo das montanhas, chamado de Eco do Königssee. Me emocionei muito, confesso! Optamos por ir até o final do lago e desembarcar em São Bartolomeu somente na volta, pois queríamos fazer hiking pelas redondezas. Andando por cerca de 30 minutos, chegamos ao Obersee. O caminho é bem fácil e quem não é acostumado com hiking não terá dificuldades. 

Não me controlei e tive que por os pés naquela água gelada!

Na volta paramos na capela de São Bartolomeu. Além da capela, tem um restaurante onde comemos um peixe defumado delicioso! Vale a pena conferir!

 

Por sua beleza estonteante, essa região também é palco de muito romantismo. É o lugar ideal para se passar uma lua de mel!

Próximo post tem muito mais sobre Schönau!

Abraços,

Ana